quarta-feira, 6 de julho de 2016

Candidaturas Abertas - LEADER PDR 2020

Encontram-se abertas as Candidaturas a Incentivos no âmbito do PDR 2020. As medidas de apoio têm como prioridade os Jovens Agricultores, os Investimentos na Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas, assim como os Investimentos na Exploração Agrícola ou Pequenos Investimentos Agrícolashttp://www.pdr-2020.pt/site/Candidaturas 



Contate-nos, para mais informações.
Multiaveiro, Lda www.multiaveiro.pt 
E-mail: multiaveiro@multiaveiro.pt
Telefone: 234 371 617


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Multialentejo, Lda www.multialentejo.pt

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ATAHCA - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DAS TERRAS ALTAS DO HOMEM CÁVADO
10.2.1.1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-11 09:00:00 a 2016-09-09 16:59:59
10.2.1.2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-18 09:00:00 a 2016-09-16 16:59:59

IN LOCO - ASSOCIAÇÃO IN LOCO DE INTERVENÇÃO,FORM. E ESTUDOS PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL
10.2.1.1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-11 09:00:00 a 2016-09-30 17:59:59
10.2.1.2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-11 09:00:00 a 2016-09-30 17:59:59

TAGUS - ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO RIBATEJO INTERIOR
10.2.1.1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-08 09:00:00 a 2016-09-15 16:59:59
10.2.1.2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-08 09:00:00 a 2016-09-15 16:59:59

CHARNECA - ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO RURAL DA CHARNECA RIBATEJANA
10.2.1.1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-08 09:00:00 a 2016-09-30 16:59:59
10.2.1.2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-08 09:00:00 a 2016-09-30 16:59:59

ADDLAP - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DÃO LAFÕES E ALTO PAIVA
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-06-29 09:00:00 a 2016-08-31 16:59:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-06-29 12:00:00 a 2016-09-09 11:59:59
   
ADELO - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO LOCAL DA BAIRRADA E MONDEGO
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-06-29 12:00:00 a 2016-08-05 11:59:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-06-29 12:00:00 a 2016-09-09 11:59:59


ESDIME - AGÊNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL NO ALENTEJO SUDOESTE, CRL.
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-06-28 09:30:00 a 2016-09-12 17:30:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-06-28 09:30:00 a 2016-09-12 17:30:59


RHISTORICA - ASSOCIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE DA BEIRA
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-06-27 09:00:00 a 2016-08-31 16:59:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-06-27 09:00:00 a 2016-09-15 16:59:59


APRODER - ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO RURAL DO RIBATEJO
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-06-09 10:00:00 a 2016-08-12 17:59:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-06-24 10:00:00 a 2016-08-31 17:59:59
  

ADRIL - ASSOCIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO RURAL INTEGRADO DO LIMA
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-06-15 09:00:00 a 2016-08-01 16:59:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-04 09:00:00 a 2016-09-16 16:59:59
  

ADER-AL - ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO EM ESPAÇO RURAL DO NORTE ALENTEJO
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-06-20 09:30:00 a 2016-08-01 16:00:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-01 09:30:00 a 2016-08-12 16:00:59

DUECEIRA - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DO CEIRA E DUEÇA
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-06-15 10:00:00 a 2016-09-15 17:30:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-06-15 10:00:00 a 2016-09-15 17:30:59

ADREPES - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL DA PENÍNSULA DE SETÚBAL
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-06-20 09:15:00 a 2016-08-31 16:59:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-06-20 09:15:00 a 2016-08-31 16:59:59
  
ADRAT - ASSOCIAÇÃO DESENVOLVIMENTO REGIÃO ALTO TAMEGA
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-06-24 09:00:00 a 2016-08-26 16:00:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-04 09:00:00 a 2016-09-30 16:00:59

ADD - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DO DÃO
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-06-30 10:00:00 a 2016-08-31 16:59:59

MONTE - DESENVOLVIMENTO ALENTEJO CENTRAL, ACE
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-01 09:00:00 a 2016-09-05 17:00:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-01 09:00:00 a 2016-09-05 17:00:59

A2S - ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA REGIÃO SALOIA
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-01 09:00:00 a 2016-08-30 18:00:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-01 09:00:00 a 2016-08-30 18:00:59

SOL AVE - ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO VALE DO AVE
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-01 09:00:00 a 2016-09-15 16:59:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-01 09:00:00 a 2016-09-30 16:59:59

ADRIMINHO - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO RURAL INTEGRADO DO VALE DO MINHO
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-01 09:00:00 a 2016-09-15 16:59:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-01 09:00:00 a 2016-09-30 16:59:59

ADIBER - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DA BEIRA SERRA
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-01 10:00:00 a 2016-09-15 17:59:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-01 10:00:00 a 2016-09-30 17:59:59

LEADERSOR - ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO RURAL INTEGRADO DO SOR
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-01 09:00:00 a 2016-09-30 17:30:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-01 09:00:00 a 2016-10-31 17:30:59

BDOURO - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DO VALE DO DOURO
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-04 09:00:00 a 2016-09-16 16:59:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-04 09:00:00 a 2016-09-16 16:59:59

DSUPERIOR - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-04 09:00:00 a 2016-09-05 16:59:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-04 09:00:00 a 2016-09-30 16:59:59

PINHMAIOR - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DO PINHAL INTERIOR SUL
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-01 10:00:00 a 2016-10-14 16:59:59

CORANE - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DOS CONCELHOS DA RAIA NORDESTINA
10.2.1.1 - 1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-01 10:00:00 a 2016-09-16 16:59:59
10.2.1.2 - 2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-01 10:00:00 a 2016-09-23 16:59:59

PRO-RAIA - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DA RAIA CENTRO NORTE
10.2.1.1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-06 09:00:00 a 2016-09-06 17:30:59
10.2.1.2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-06 09:00:00 a 2016-09-06 17:30:59

TERRASSICO - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO
10.2.1.1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-18 09:00:00 a 2016-09-15 18:00:59
10.2.1.2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
TERRASSICO - ASSOCIAÇAO DE DESENVOLVIMENTO
Aberto de 2016-07-18 09:00:00 a 2016-09-15 18:00:59

DESTEQUE - ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA TERRA QUENTE
10.2.1.1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-15 16:00:00 a 2016-10-14 17:00:59

ADIRN - ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO RIBATEJO NORTE
10.2.1.1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-18 09:00:00 a 2016-09-27 17:59:59
10.2.1.2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-18 09:00:00 a 2016-09-27 17:59:59

VICENTINA - ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SUDOESTE
10.2.1.1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-15 09:00:00 a 2016-09-30 17:00:59
10.2.1.2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-15 09:00:00 a 2016-09-30 17:00:59

TBG - ASSOCIAÇÃO TERRAS DO BAIXO GUADIANA
10.2.1.1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-18 09:00:00 a 2016-10-14 16:59:59
10.2.1.2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-18 09:00:00 a 2016-10-14 16:59:59

ADRUSE - ASSOCIAÇÃO DESENVOLVIMENTO RURAL SERRA ESTRELA
10.2.1.1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-18 09:00:00 a 2016-09-16 16:59:59
10.2.1.2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-18 09:00:00 a 2016-10-14 16:59:59

ADL - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DO LITORAL ALENTEJANO
10.2.1.1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-18 09:30:00 a 2016-09-16 17:30:59
10.2.1.2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização
Aberto de 2016-07-18 09:30:00 a 2016-09-30 17:30:59


ADICES - ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO LOCAL
10.2.1.1 - Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas
Aberto de 2016-07-20 17:00:00 a 2016-09-12 17:59:59
10.2.1.2 - Pequenos investimentos na transformação e comercialização

Aberto de 2016-07-20 17:00:00 a 2016-09-19 17:59:59

terça-feira, 5 de julho de 2016

Boas práticas na gestão de e-mails




A comunicação é essencial para o desenvolvimento e crescimento de uma empresa, tanto a nível nacional como internacional. Atualmente, graças aos desenvolvimentos tecnológicos da sociedade e das comunicações, é possível utilizar um instrumento indispensável de comunicação e correspondência digital de abrangência mundial, o correio eletrónico. O e-mail, versão comummente utilizada para a tradução do inglês electronic mail, permite que as correspondências e comunicações sejam imediatas, ao contrário da vertente tradicional do correio postal. 

A metodologia utilizada na redação das cartas/comunicações, especialmente as empresariais, segue um conjunto de regras e boas práticas que garantem clareza ao nível da apresentação, conteúdo e tratamento de informação essenciais à comunicação empresarial. O cumprimento destas regras manteve-se ao nível da metodologia de redação dos e-mails, com algumas alterações, nomeadamente ao nível da indicação do/a destinatário/a no corpo do e-mail, sendo esta informação atualmente desnecessária. 

A facilidade de utilização e comunicação através dos e-mails leva, no entanto, à prática de algumas ações e metodologias, principalmente no mundo empresarial. Partindo do conceito de ética, é possível apresentar algumas noções básicas no que se refere ao uso e gestão de e-mails com o intuito de garantir o respeito e a privacidade entre todos/as (redatores/as e recetores/as):

1. Por forma a garantir maior produtividade e eficiência de recursos, adote um horário com duração de uma hora apenas para ler os seus e-mails rececionados. Desta forma não terá a sua caixa de correio aberta durante todo o dia, removendo assim possíveis distrações na execução das suas tarefas laborais;
2. Hierarquize os seus e-mails por prioridade, para garantir assim que os assuntos de maior importância são resolvidos em primeiro lugar;
3. Evite ao máximo ter um período de resposta superior a 24 horas, por forma a reduzir o tempo de espera do/a cliente;
4. Procure não reencaminhar e-mails de terceiros/as direcionados apenas a si, sem o consentimento destes/as, garantindo assim a confidencialidade dos mesmos;
5. Organize os seus e-mails por assuntos ou temas, facilitando, assim, a sua visualização e contextualização;
6. Correspondências com anexos devem ser analisadas atentamente, devendo apenas analisar os anexos se forem importantes para a compreensão do texto. Caso contrário, estes devem ser guardados e analisados posteriormente, em função da sua localização na hierarquia de importância;
7. Não utilize a opção de “Resposta Automática” como metodologia habitual de trabalho. Opte por utilizar esta funcionalidade apenas em situações de ausência do posto de trabalho para períodos superiores a 24h;
8. Leia e utilize a função de “Correção Ortográfica” após a redacção de um e-mail, antes de enviar, garantindo assim que a mensagem é clara e ausente de erros ortográficos;
9. Em situações de maior tensão, nervosismo e ansiedade, evite responder aos e-mails. Caso a resposta seja urgente, envie primeiro para si, por forma a ter uma segunda oportunidade de rever o que escreveu;
10. Não utilize a opção “Responder a Todos” se a resposta estiver direcionada apenas a um/a dos/as destinatários/as;
11. Para o envio de e-mail de divulgação de atividades ou outros assuntos da empresa e de interesse geral, coloque os endereços de e-mail sobre a forma “BBC”, garantindo assim a confidencialidade dos dados de contacto dos destinatários e destinatárias.
12. Por último, não se esqueça de agradecer a receção do e-mail.

Siga uma dica de cada vez ou tente utilizá-las todas. A preocupação que dedica na gestão da sua conta de correio eletrónico, pessoal e empresarial, trará vantagens consideráveis, uma vez que tornará esta tarefa muito mais eficiente, salvaguardando a confidencialidade e as boas práticas de todas as suas comunicações.

A Multiaveiro no desenvolvimento da sua atividade nas diversas áreas, respeita com base nos princípios éticos que orientam a sua conduta, os dados confidenciais de parceiros e clientes, individuais e institucionais, regendo-se por estas boas práticas na utilização e gestão dos seus e-mails.

Fonte: http://bit.ly/29k0Pj0 

terça-feira, 28 de junho de 2016

Bullying e Homofobia


O termo bullying é utilizado para descrever o conjunto de comportamentos de humilhação e provocação dirigidos a alguém, sem motivo aparente, que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva. Discussões ou zangas pontuais, piadas ou provocações dispersas não podem ser consideradas bullying. O bullying envolve sempre uma relação desequilibrada de poder e controlo, exercido pelos/as mais fortes em relação aos/às mais fracos/as. 
Segundo Telma Vinha, psicóloga e investigadora brasileira, para ser considerada bullying a agressão deve apresentar quatro características fundamentais: a intenção do/a autor/a em ferir o alvo, o carácter repetitivo da agressão, a presença de um público espectador e a concordância do alvo relativamente à ofensa. Conforme explica, ''Quando o alvo supera o motivo da agressão, ele reage ou ignora, desmotivando a ação do autor''.
Muito associado ao contexto escolar e a interações entre estudantes, o bullying pode, contudo, ocorrer em qualquer contexto social. Não se tratando de um fenómeno novo, é um tema indubitavelmente atual, com uma expressão recente digna de pesquisa e de reflexão. A título de exemplo, a utilização neste contexto, de novas tecnologias como os telemóveis e a internet, o chamado cyberbullying, permite uma nova abordagem ao fenómeno.
Existem diversos tipos de bullying atendendo à forma como as agressões são praticadas e/ou aos meios utilizados, bem como, aos motivos que estão subjacentes e estas práticas.
O bullying baseado no preconceito em relação à orientação sexual ou identidade de género de outra pessoa é um tipo de bullying específico, designado como bullying homofóbico. O bullying homofóbico caracteriza-se por comportamentos associados ao bullying de forma geral, como as agressões físicas, verbais ou sexuais, mas revestidos de teor homofóbico.
Apesar da investigação sobre bullying  ter sofrido um aumento significativo nos últimos anos, designadamente em Portugal, verifica­‑se que a sua relação com outras áreas, como a homofobia, tem sido menos estudada. É evidente, no entanto, a ligação entre estes dois fenómenos. As experiências relatadas por indivíduos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros) ilustram bem esta realidade. É de salientar, contudo, que independentemente da orientação sexual ou identidade de género, qualquer pessoa pode ser vítima de bullying homofóbico. De outra forma, também os/as heterossexuais podem ser vítimas de homofobia, não pela sua orientação sexual, mas porque são percebidos/as como sendo diferentes das expectativas tradicionais relativamente aos géneros masculino ou feminino.
A baixa auto­‑estima, os sentimentos de culpa, a tendência para o isolamento, as dificuldades de concentração, a fobia à escola, a ansiedade, a depressão e as tentativas de suicídio, são apenas alguns exemplos das consequências do bullying homofóbico, aparentemente não muito distintas dos outros tipos de bullying. Alguns/mas autores/as defendem, no entanto, que o bullying homofóbico, nomeadamente por ser menos visível e menos credibilizado, se pode tornar­ mais grave do que outras formas de bullying.
Não obstante as evoluções verificadas a este nível em Portugal, nomeadamente em termos legais, muito há ainda a fazer neste domínio. Um estudo realizado por investigadores/as do ISCTE, em colaboração com a rede ex aequo, (associação de jovens lgbti – lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e intersexuais e apoiantes) e apoiado pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) que analisou o fenómeno do bullying homofóbico em Portugal revela que, à semelhança do panorama internacional, a escola é o local privilegiado para a ocorrência deste fenómeno. Os resultados indicam também que prevalece a violência psicológica e a vitimização de rapazes relativamente às raparigas; que os comportamentos de agressão são muitas vezes desvalorizados; que subsistem atitudes de não intervenção nas situações presenciadas e ainda que existem consequências psicológicas muito significativas para as vítimas de bullying homofóbico, comparativamente com as não­‑vítimas.
Na perspetiva da abordagem, não só preventiva mas de intervenção concreta, é ainda sublinhada, no âmbito deste estudo, a importância de conceber programas de sensibilização, de criar medidas de proteção para as vítimas de bullying e ainda de aprofundar a investigação desta temática.
Com efeito, é urgente que se compreenda que a luta contra o bullying, e, neste caso em particular, contra o bulling homofóbico, não pode passar apenas por alterações legais, por gabinetes e apoio psicológico. É fundamental continuar a formar e a informar as pessoas para o respeito pelo outro/a e para a aceitação e valorização da diferença.
Multiaveiro, Lda., que desde sempre norteia a sua ação por estes valores, e reconhecendo o importante papel que pode desempenhar na construção de uma sociedade mais justa e mais livre, através da formação de pessoas, encontra-se neste momento a preparar um projeto formativo na área da Igualdade de Género. As ações de formação a promover permitem aprofundar conhecimentos e competências associados à promoção da igualdade de género e à prevenção e combate das discriminações em razão do sexo e destinam-se a profissionais em áreas consideradas estratégicas (educação/formação, saúde, direito, forças de segurança, gestão de recursos humanos, serviço social, publicidade, jornalismo, entre outras).
Está previsto, no âmbito deste projeto, o desenvolvimento de um curso dedicado especificamente à temática Orientação sexual e Identidade de género, onde serão abordados, entre outros, os seguintes temas: especificidades da discriminação contra pessoas LGBT, direitos das pessoas LGBT: leis e instituições, crimes de ódio e violência doméstica e rede de recursos LGBT existentes.
Mantenha-se informado/a e envolva-se! Participe neste projeto!!  

Fontes consultadas:
António, Raquel; Pinto, Tiago; Pereira, Catarina; Farcasa, Diana; Moleiro, Carla (2012) Bullying homofóbico no contexto escolar em Portugal, Psicologia vol.26, Lisboa: ISCTE‑IUL. Disponível em: http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-20492012000100002
Dinis, Nilson Fernandes (2011), Homofobia e educação: quando a omissão também é signo de violência, Educar em Revista jan/abr 2011, Curitiba, Brasil: Editora UFPR. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/er/n39/n39a04
Vila, Carlos; Diogo, Sandra (2009), Bullying (trabalho de curso), Portimão: ISMAT - Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes. Disponível em http://www.psicologia.pt/artigos/textos/TL0142.pdf
http://www.apavparajovens.pt/pt/go/o-que-e2

segunda-feira, 13 de junho de 2016

A Importância das Parcerias nas IPSS


O trabalho em parceria com outras IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social) tem vindo a ser impulsionado com o intuito de articular o trabalho dos e das profissionais e a maximização do uso dos recursos para assegurar um maior apoio a clientes em situação de vulnerabilidade social e suas famílias, com o menor dispêndio de recursos possível.
O trabalho em parceria permite um conhecimento integrado, completo, abrangente e multidimensional das questões a trabalhar, uma vez que (re)une esforços e competências, maximiza recursos e complementa capacidades de entendimento e resposta. Por vezes, os/as técnicos/as deparam-se com alguns constrangimentos na prossecução dos trabalhos a realizar, nomeadamente na divisão/especialização de tarefas a executar e na difícil articulação institucional.
Os grandes objetivos do trabalho em rede (parcerias) passam pela eliminação da sobreposição de serviços, equipamentos e recursos dirigidos aos/às mesmos/as destinatários/as e o alcance de uma maior especialização, qualidade e eficácia dos serviços prestados.
Para que estes objetivos se realizem é imprescindível às IPSS:
1. Intensificar o diálogo e a cooperação entre instituições;

2. Mobilizar/sensibilizar a sociedade civil envolvente;
3. Organizar grupos de trabalho por áreas temáticas de modo a planear estratégias alicerçadas aos problemas sociais identificados;
4. Desenvolver/implementar ferramentas de trabalho comuns a todos os parceiros;
5. Partilhar junto dos parceiros os objetivos de cada IPSS e as linhas de atuação que pretendem seguir para, conjuntamente, haver um enquadramento pacífico e integrado;
6. Promover, no seio dos parceiros, encontros periódicos para atualização da informação e da realidade social;
7. Elaborar, conjuntamente, um plano de necessidades formativas para implementar ações de formação/sensibilização/informação junto de colaboradores/as, clientes, familiares, cuidadores/as e sociedade em geral.
Esta iniciativa formativa surte maiores e melhores resultados se as IPSS se unirem na constituição de turmas, porque, desta forma, conseguem o número suficiente de formandos/as para qualquer área de interesse, o que dificilmente seria possível a título individual (cozinha, jardinagem, lavandaria, animação, administrativa, gestão recursos humanos…);
8. Aumentar e responsabilizar o envolvimento dos parceiros na realização de atividades comuns;
9. Esclarecer, entre os parceiros, o limite/teor da confidencialidade e sigilo profissionais na prossecução das suas intervenções/atividades;
10. Realizar, frequentemente, reuniões de trabalho para melhor planear/acompanhar/atuar/prever/intervir/avaliar as intervenções realizadas;
11. Comemorar/festejar datas temáticas em conjunto, com o intuito de reforçar e fortalecer as parcerias, maximizando e dinamizando recursos;
12. Elevar e reforçar a expressão/influência junto do poder político e do setor público no sentido de os sensibilizar das suas necessidades, bem como no alcance dos seus objetivos;
13. Apostar na existência de um marketing social trabalhado em rede, traduzindo-se numa mais-valia para todos os parceiros, no sentido de darem a conhecer os seus serviços, bem como o seu trabalho e a possibilidade de captarem apoios, monetários ou não, junto de empresas, privados ou outras organizações;
14. Criação de um banco de voluntariado em rede.

O caminho para o alcance da sustentabilidade nas IPSS passa pela existência/reforço de parcerias com outras IPSS, com outros agentes sociais, privados ou públicos. A implementação de parcerias no setor social traduz a possibilidade de fazer mais e melhor, com menos recursos. O projeto de uma entidade pode ser o projeto de muitas ou de todas. As IPSS têm de ter capacidade de atrair novos parceiros, de se abrir e de conquistar visibilidade na implementação de novos desafios/objetivos em prol da sustentabilidade.
Ao longo dos seus 24 anos de atividade a Multiaveiro desenvolveu um importante trabalho na formação dirigida a IPSS, diagnosticando as suas necessidades e desenvolvendo intervenções formativas à medida, intra e inter, para este segmento de clientes.

Neste momento, conjuntamente com as equipas de trabalho das IPSS clientes e potenciais clientes, a Multiaveiro encontra-se a preparar um plano formativo à medida das necessidades evidenciadas pelas instituições, estando prevista a abertura de candidaturas ao Portugal 2020 (Qualificação dos Ativos) para o presente mês de junho.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Coaching Pessoal

O Coaching é uma metodologia de desenvolvimento e capacitação humana, um processo que utiliza conhecimentos de diversas ciências, com vista à produção de mudanças positivas e efetivas.
O objetivo central é tirar o individuo do seu estado atual e conduzi-lo para o estado desejado. É uma dinâmica que possibilita a tomada de consciência das características individuais (autoconhecimento), no sentido de as potenciar com vista à superação de limitações, ao aumento da autoconfiança e ao alcance das metas desejadas.
É um exercício/treino, que se inicia nos pensamentos (na mente), passando de seguida ao alinhamento com as ações e, consequentemente, ao compromisso com resultados objetivos e concretos.
Apresentam-se de seguida alguns dos principais benefícios que o Coaching proporciona, em diversas áreas da vida:
   C Desenvolvimento pessoal e profissional,
   C Evolução e melhoria contínua,
   C Conquista do autoconhecimento e autodesenvolvimento,
   C Alinhamento de valores e missão de vida,
   C Equilíbrio e inteligência emocional,
   C Melhoria da autoestima e autoconfiança,
   C Aperfeiçoamento e aparecimento de novas competências,
   C Melhoria na qualidade de vida e equilíbrio interior,
   C Maior controlo das emoções.
O Coaching visa, então, dotar as pessoas de ferramentas, de conhecimentos e de condições para que elas se autodesenvolvam.
Trata-se, em suma, de uma abordagem que conduz as pessoas a efetuarem mudanças positivas, com base em pressupostos bem definidos, com vista a alcançar os resultados pretendidos. É o processo que potencializa o poder pessoal!
A Multiaveiro tem apostado fortemente nas áreas de formação de desenvolvimento pessoal, entre elas a Inteligência Emocional, a Comunicação Interpessoal e o próprio Coaching, áreas críticas de sucesso para a melhoria do desempenho profissional e para a própria gestão pessoal, disponibilizando diferentes ações no decurso do ano.
No passado dia 19 de maio, a Multiaveiro proporcionou às suas colaboradoras e a colaboradoras de alguns stakeholders uma ação de formação sobre Coaching.


Fontes:
https://www.sbcoaching.com.br/torne-se-coach/o-que-e-coaching




segunda-feira, 30 de maio de 2016

Sigilo Profissional



A ética profissional baseia-se num conjunto de valores e normas de comportamento e de relacionamento adotado no local de trabalho e no exercício de qualquer actividade profissional. Ter uma conduta ética implica, por exemplo, construir relações de qualidade com colegas, com chefias e com clientes, contribuir para o bom funcionamento das dinâmicas de trabalho e para a formação de uma imagem positiva da entidade junto de públicos de interesse (clientes e a sociedade em geral).
O sigilo profissional enquadra-se na ética profissional e constitui, para além de um dever profissional, um direito de cidadania, implicando a salvaguarda de informações obtidas em contexto profissional, garantindo, desta forma, a confidencialidade e a proteção de dados pessoais do foro privado. Esta garantia de confidencialidade é fundamental, dado que auxilia na criação de laços de confiança e na existência de maior transparência na comunicação.
Ainda que o sigilo profissional surja muito frequentemente associado a determinadas áreas profissionais, como, por exemplo, o secretariado, a advocacia, a enfermagem, a medicina ou a psicologia, é incontornável que todas as pessoas que no exercício da sua função tenham acesso direto ou indireto a informação de carácter confidencial devido ficam obrigadas ao respeito do sigilo profissional.

Também no desenvolvimento da sua atividade, tanto ao nível da formação profissional, da consultoria e dos projetos de investimento e sócio-organizacionais, a Multiaveiro tem acesso a dados confidenciais de parceiros e clientes, individuais e institucionais, que respeita com base nos princípios éticos que orientam a sua conduta.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Formação: Primeiros Socorros



Formação: Primeiros Socorros
Horário: 9h - 13h | 14h - 18h
Destinatários/as: Público em geral e profissionais de várias áreas, com idade igual ou superior a 18 anos. 
Preço: 60€ + IVA
Local: Multiaveiro, Lda
Inscrições: http://goo.gl/forms/RcnfvU5AzZ