quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Afinal o que é a linguagem inclusiva?


Em abril deste ano falou-se em linguagem sexista devido à iniciativa do Bloco de Esquerda, que pretendia que a designação do Cartão de Cidadão passasse a ser Cartão de Cidadania. De acordo com o Bloco de Esquerda, esta iniciativa, que de imediato inspirou a controvérsia, não visava nenhuma alteração à língua portuguesa, mas, sim, “uma prática linguística não discriminatória e democrática, adotando recursos linguísticos já existentes para assegurar a visibilidade e a simetria das representações dos dois sexos” (Esquerda.Net).
A iniciativa acabou por ser chumbada pelo PCP, por ser considerada uma questão não prioritária.
Na verdade, muito se falou e escreveu a respeito, mas talvez o tema tenha sido polemizado e ridicularizado, sobretudo nas redes sociais, não permitindo a criação de um espaço para a prestação de esclarecimentos e para o debate. Importa saber, então, afinal o que é a linguagem inclusiva?
O estudo da linguagem pode facilitar a compreensão da estratificação social – das semelhanças, diferenças e relações entre desigualdades com base no sexo, na classe social, na idade, na etnia, especialmente relativamente à forma como estas desigualdades são expressas, mantidas e desafiadas através dos padrões quotidianos de conversação, de gestos, de toque, de movimento e de utilização do espaço (Kramer, Thorne & Henley, 1978).
A maioria dos/as investigadores/as que se dedica ao aprofundamento deste tema concorda que a linguagem sexista tem um impacto negativo, contudo, os argumentos diferem na tentativa de explicá-lo. Assim, por um lado, continua a autora, há quem defenda que a linguagem sexista é um sintoma da opressão feminina e pode, portanto, ser alterada e, por outro lado, há quem acredite que na base da opressão feminina se encontra a linguagem que trivializa, insulta e exclui as mulheres, sendo por seu intermédio que as mulheres conhecem o seu lugar no mundo (Cameron, 1985).
Existe atualmente literatura diversa que documenta a forma como a linguagem define, desvaloriza e ignora as mulheres: as mulheres são normalmente referidas no que concerne o seu relacionamento relativamente a um homem (e.g. “menina” ou “a mulher do Rafael”) e os homens, por sua vez, apresentam um estatuto mais diversificado e dotado de autonomia; a linguagem tende a elevar os homens e a desvalorizar as mulheres, o que se consubstancia, por exemplo, nos significados diferentes atribuídos a termos semelhantes, como é o caso, por exemplo, de “solteirão” e “solteirona”, em que o termo para designar a mulher, “solteirona”, assume um significado claramente mais negativo quando comparado ao atribuído ao homem.
A linguagem sexista ou não inclusiva diz respeito à utilização de termos que excluem ou discriminam as mulheres, o que engloba questões como o pressuposto de que o masculino constitui a norma e o feminino a exceção, a formulação de designações de funções profissionais no masculino (em inglês, isto acontece com frequência através da incorporação do sufixo “man” a uma palavra – por exemplo, “chairman”, que significa “presidente” ou “businessman”, que significa “empresário”) (Doyle, 1998).
O uso exclusivo do masculino para significar homens e mulheres é comum num grande número de línguas, designadamente em Português. De acordo com Graça Abranches (2009), o género feminino é abrangido pelo masculino, o que se torna evidente no recurso ao conceito de “Homem” ou de “homens” para significar “humanidade”. A consulta do Dicionário Online da Porto Editora, Infopédia (2016), permite perceber que, embora a “homem” e “mulher” sejam atribuídos o significado de “ser humano”, apenas “homem” é sinónimo de “espécie humana”: é evidente, pois, a assimetria, o masculino como geral, remetendo para toda a humanidade, e o feminino como específico, designando as mulheres. O homem torna-se, então, “a medida do humano, a norma ou o ponto de referência” (p. 12). A utilização do masculino como genérico remete as mulheres para a invisibilidade (Kramer, Thorne & Henley, 1978; Toledo, Rocha, Dermmam, Damin & Pacheco, 2014).
A linguagem inclusiva ou não discriminatória é, então, aquela que não exclui homens nem mulheres e envolve a reformulação de termos e expressões para que sejam efetivamente dotados de neutralidade. Isto implica, por exemplo, a substituição de palavras - o termo “humanidade” substitui “Homem” (Cameron, 1985), a especificação do sexo através da utilização de formas duplas ou do emprego de barras ou a neutralização ou abstração da referência sexual através da substituição por genéricos verdadeiros ou por pronomes invariáveis (Abranches, 2009).
Graça Abranches (2009) defende o recurso a “formas não discriminatórias que respeitem o direito de homens e mulheres à representação linguística da sua identidade e impliquem o reconhecimento de que nenhum dos dois sexos tem o exclusivo de representação geral da humanidade” (p. 14).
Ciente da importância desta questão, a Multiaveiro integrou, desde 2009, em toda a sua comunicação interna e externa, a linguagem inclusiva e não discriminatória, desenvolvendo, atualmente, todos os recursos didáticos com base em linguagem inclusiva e em imagens não estereotipadas e divulgando, sempre que possível, informação acerca da temática, porque acreditamos na representação linguística da identidade e devemos ser, como diria Gandhi, a mudança que queremos ver no mundo.


Fontes consultadas:
Abranches, G. (2009). Guia para uma Linguagem Promotora da Igualdade entre Mulheres e Homens na Administração Pública. Lisboa: Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.
Cameron, D. (2006). On language and sexual politics. New York:  Routeledge.
Doyle, M. (1998).Introduction to the A-Z of non-sexist language. In Deborah Cameron, The feminist critique of language. London: Routeledge.
Esquerda.Net, Sim ao Cartão de Cidadania (Ana Cansado). Disponível em http://www.esquerda.net/opiniao/sim-ao-cartao-de-cidadania/42754, consultado em 29/07/2016.
Infopedia, Dicionário da Língua Portuguesa Online (2016). Porto: Porto Editora. Disponível em http://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/homem. Consultado a 29/07/2016.
Infopedia, Dicionário da Língua Portuguesa Online (2016). Porto: Porto Editora. Disponível em http://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/mulher. Consultado a 29/07/2016.
Kramer, C., Thorne, B. & Henley.N. (1978).Perspectives on language and communication. Signs, V. 3, N. 3, pp. 638-651.

Toledo, L. C., Rocha, M. A. K., Dermmam, M. R., Damin, R. A. & Pacheco, M. (2014).Manual para o uso não sexista da linguagem. Rio Grande do Sul: Secretaria de Comunicação e inclusão digital.

terça-feira, 26 de julho de 2016


Loucura das loucuras! 

Milhões e milhões de jogadores de Pokémon Go, um novo jogo virtual que incita as pessoas a saírem de casa e andar muito para jogar.
Em pouquíssimos dias, esta “febre” tornou-se viral e os Pokémons andam por ai, apenas visíveis nos ecrãs dos telemóveis e tablets graças a uma tecnologia chamada realidade aumentada.
Em Portugal começou a jogar-se sem o jogo ser oficialmente lançado. Os jogadores descarregaram o jogo e começaram a jogar de forma não oficial, fizeram-no recorrendo a aplicações estrangeiras, simulando que estão noutro país.
Confusão instalada, assaltos, crimes…
O Pokémon Go não tem limites, leva os/as treinadores/as (jogadores) a perderem a noção do perigo e a viverem intensamente a aventura de forma desatenta ao mundo real que os/as rodeia: frequentam locais/espaços isolados e sem vigilância, o que proporciona a ocorrência de assaltos, violações e acidentes.
Cada vez mais as autoridades temem o uso do Pokémon Go. A questão de segurança tem sido motivo de preocupação, a PSP já publicou um manual de como apanhar Pokémons em segurança
Como Funciona?
O Pokémon Go usa a localização por GPS do smartphone/tablet e o relógio para detetar onde se encontra o/a utilizador/a e a que horas, fazendo aparecer o Pokémon no ecrã, ao qual tem de se atirar uma Poké-bola para que seja capturado. O mesmo local, de manhã, pode identificar um Pokémon, enquanto à tarde e à noite pode mostrar outro para ser capturado.
Para se subir de nível, é necessário capturar o máximo de criaturas e ganhar mais poderes, individualmente ou numa das três equipas: Mystic, Instinct ou Valor.
Os Pokémons, atualmente, contabilizam mais de 720 personagens, mas neste jogo apenas estão disponíveis os 151 Pokémons originais de Charizard a Rattata. O objetivo do jogo é apanha-los a todos.
Lançamento do Pokémon Go
O jogo foi lançado em Portugal a 15 de julho de 2016, e no sábado seguinte, 26 países já tinham acesso ao jogo. O Pókemon foi lançado gratuitamente para os dispositivos da Apple (iOS8) e Android (versões superiores à 4.4).
Em Lisboa já há serviços de táxis para apanhar Pokémons a 30 euros por hora em qualquer zona da cidade, podendo levar amigos/as para dividir a tarifa.
A realidade Pokémon Go é um assombro, traduzindo-se num verdadeiro fenómeno social.
O jogo Pokémon Go surgiu de uma mentira a 1 de abril de 2014 no Google Maps – “Pokemon Challange”
Após uma semana do seu lançamento, nos Estados Unidos, o número de utilizadores/as ultrapassou os/as da rede social Twitter, do Tinder.
As ações da Nintendo na bolsa subiram mais de 20% com o sucesso alcançado pelo Pokémon Go.
Oportunidades de Negócio
Há oportunidades comerciais interessantes neste jogo no Pokémon Go, as empresas, os restaurantes, os museus, as igrejas, ou outro tipo de locais públicos se tornam Pokestops. Os/as proprietários dos estabelecimentos comerciais pagam para ter Pokémons no local. O dono de um restaurante pagou 10$ (8€) para ter Pokémons e viu o negócio aumentar 75%. As localizações patrocinadas serão uma nova entrada de receitas.
O Pokémon Go assume-se como um fenómeno social e como tal tem subjacente à sua utilização diversos perigos.
Pokémon Go aliado ao exercício físico
O novo jogo pretende fazer andar os/as jogadores/as e não tê-los/as sob pressão agarrados ao sofá, promovendo a socialização, a prática de exercício físico e a visita a locais históricos, culturais, religiosos e temáticos. Trata-se de um jogo de realidade aumentada, na qual a nova geração é perita, mas … os/as mais seniores têm dificuldade em perceber e começar a jogar e a satisfação de apanhar um Pokémon


quinta-feira, 14 de julho de 2016

Turismo e o Portugal 2020






As estratégias de desenvolvimento local e nacional apresentam o Turismo como um fator essencial ao crescimento e desenvolvimento competitivo do país, estipulando como objetivo a transformação de Portugal no destino turístico mais ágil e dinâmico da Europa. Tratando-se de uma área em pleno “boom” de crescimento, atualmente verificamos que o Turismo apresenta uma concorrência à escala mundial, sendo esta feroz e com crescimento exponencial. O sucesso das organizações que atuam no setor de Turismo depende da sua inovação, criatividade, diferenciação, capacidade de criação de valor, qualificação e capacidade de resposta perante as exigências e necessidades dos seus clientes, provenientes dos quatro cantos do mundo.

O Turismo 2020 (Plano de Ação para o Desenvolvimento do Turismo em Portugal) estabelece os seguintes princípios à sua estratégia de qualificação e competitividade de Portugal:
  1. Destino sustentável e de qualidade, com crescimento turístico compatível com a produção de benefícios para o território e as comunidades;
  2. Destino de empresas competitivas, onde um ambiente saudável para a iniciativa privada promove a concorrência e inovação na atividade turística;
  3. Destino empreendedor, detentor de todas as competências e conhecimento que lhe permita ser o país campeão do empreendedorismo turístico;
  4. Destino ligado ao Mundo, onde a conectividade e a mobilidade dos turistas são ferramentas importantes na ativação da procura;
  5. Destino gerido de forma eficaz, onde a definição clara das competências de cada agente não deve ser um entrave à iniciativa privada, à exploração de sinergias e intensificação da transversalidade do turismo;
  6. Destino que marca, cujas estratégias de promoção e comercialização devem resultar de visões técnicas e não políticas no sentido de almejar a eficiência.

As tendências internacionais no setor do Turismo são de cariz demográfico e sociocultural, económico, ambiental. tecnológico e de mobilidade/transporte. As soluções de turismo devem, assim, acompanhar estas tendências com o intuito de garantir o seu sucesso e competitividade. Em conformidade com os dados do Turismo de Portugal, o país encontra-se integrado na maior Região Turística do Mundo: a Europa, detentora de mais de 50% do turismo internacional. Devido às suas condições específicas (competitividade das viagens e turismo, quadro regulamentar, ambiente empresarial e infraestruturas e recursos: humanos, culturais e naturais), Portugal encontra-se em 3º lugar face aos seus principais concorrentes, sendo estes, Espanha e França.

Nesta continuidade, o Turismo 2020 apresenta como visão: Portugal – país detentor do maior crescimento turístico na Europa, suportado na competitividade e sustentabilidade da oferta turística diversificada, autêntica e inovadora, transformando o Turismo numa atividade central para o desenvolvimento económico do país e para a sua coesão territorial. Esta visão reconhece que Portugal detém recursos altamente diversificados, competitivos e autênticos, nomeadamente:
  • Hospitalidade – As pessoas – País acolhedor;
  • História e Cultura – Património cultural – País com História, cultura e modernidade;
  • Serviços Turísticos – As empresas – País com serviços de excelência;
  • Mar e Natureza – Património natural – País de Mar, Sol, Praia e Natureza;
  • Conhecimento – Instituições de ensino e I&D – País com excelência de serviço e na vanguarda do conhecimento do turismo.

Para atingir esta visão, o Turismo de Portugal apresenta como objetivos estratégicos:
  • Atrair – através da qualificação e valorização do território e dos seus recursos turísticos distintivos;
  • Competir – reforçar a competitividade e a internacionalização das empresas de turismo;
  • Capacitar – através da capacitação, formação e I&D+I em Turismo;
  • Comunicar – através da promoção e comercialização da oferta turística do país e das regiões;
  • Cooperar – através do reforço da cooperação internacional

Por sua vez, estes objetivos estratégicos podem ser atingidos através das linhas de apoio e sistemas de incentivo disponibilizadas pelo programa aos vários intervenientes do Turismo – entidades públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos.

De salientar que os Sistemas de Incentivo e Linhas de Apoio destinados às empresas de Turismo exigem um conjunto de regras essenciais ao desenvolvimento de um Projeto de Investimento passível de financiamento:
  1. Analisar previamente as necessidades e carências dos mercados onde se pretende desenvolver o Projeto, por forma a garantir que este consegue colmatar falhas, sem saturar o mercado existente – diversificar e inovar;
  2. Desenvolver um projeto sustentável, coeso, viável e diferenciador, em termos económicos, financeiros e ambientais, sustentado por um Projeto de Arquitetura aprovado pela entidade camarária, bem como, por Estudos de Viabilidade, Planos de Negócios, Análises Estratégicas e Planos de Marketing da atividade a desenvolver;
  3. Por último, os/as Promotores/as devem reconhecer a importância de recorrer a recursos humanos qualificados e experientes, quer para a fase de elaboração da candidatura, como para a fase de implementação e execução do projeto e da atividade em si, promovendo a criação de emprego qualificado e apto para o desenvolvimento de uma atividade lucrativa, competitiva e de sucesso.

Até ao momento, 40% dos Projetos de Investimento Elaborados pela Multiaveiro no âmbito do Portugal 2020 enquadram-se na área do Turismo. A Multiaveiro, Lda. apresenta soluções à medida das necessidades dos seus clientes, nomeadamente na elaboração de Estudos de Viabilidade, Planos de Negócios, Análises Estratégicas e Planos de Marketing, com consultores/as de diversas áreas profissionais, de entre as quais Economia, Gestão, Contabilidade, Sociologia e Psicologia, que prestam um serviço de qualidade, rigor e transparência.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Candidaturas Abertas - Programa Operacional Inclusão Social e Emprego

Encontram-se abertas candidaturas à Formação Modular Certificada para empregados/as e desempregados/as, no âmbito do Programa Operacional Inclusão Social e Emprego (POISE), do Portugal2020.


Aviso n.º AVISO POISE-24-2016-04
Prazo de Candidaturas: de 30/06/2016 a 01/08/2016


Contacte-nos, para mais informações.
E-mail: multiaveiro@multiaveiro.pt
Telefone: 234 371 617

www.multiaveiro.pt

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Candidaturas Abertas - Programa Operacional de Competitividade e Internacionalização (POCI)




Encontram-se abertas as candidaturas aos Sistemas de Incentivos “Inovação Produtiva” e “Empreendedorismo Qualificado e Criativo”, do Programa Operacional de Competitividade e Internacionalização (POCI), do Portugal2020.

Destinado a Projetos de Investimento no domínio da diferenciação, diversificação e inovação na produção de bens e serviços transacionáveis e internacionalizáveis, incluindo o Turismo.

Aviso n.º12/SI/2016 – “Inovação Produtiva”

· Objetivos: Aumento do investimento empresarial das grandes empresas em atividades inovadores, reforço da capacitação empresarial das PME para o desenvolvimento de bens e serviços e aumento da capacidade de gestão das empresas e da qualificação específica dos ativos.

- Tipologia e modalidade: Projetos individuais, relacionados com as seguintes tipologias:
. Criação de um novo estabelecimento;
. Aumento da capacidade de um estabelecimento já existente;
. Diversificação da produção de um estabelecimento para produtos não produzidos anteriormente;
. Alteração fundamental do processo global de produção;
· Beneficiários: empresas de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica;
· Limite à apresentação de uma candidatura por Promotor;
· Despesa Elegível: compreendida entre 75.000 € e 25.000.000 €;
· Taxa de Financiamento: entre 35% e 75% das despesas elegíveis;
· Forma de Apoio: Incentivo Reembolsável, podendo ser concedida isenção de reembolso de uma parcela do incentivo até 50%, em função do grau de superação dos objetivos de Valor Acrescentado Bruto (VAB), Criação de Emprego Qualificado (CEQ) e Volume de Negócios (VN), estabelecidos em sede de candidatura.

· Prazo de Candidaturas: de 30/06/2016 a 30/09/201

Aviso n.º13/SI/2016 – “Empreendedorismo Qualificado e Criativo”

· Objetivos: Promoção do espírito empresarial facilitando o apoio à exploração económica de novas ideias e incentivando a criação de novas empresas, e aumentar as capacidades de gestão das empresas e da qualificação específica dos ativos.

Contacte-nos, para mais informações.
E-mail: multiaveiro@multiaveiro.pt | Telefone: 234 371 617

Candidaturas Abertas - Programa Operacional de Competitividade e Internacionalização (POCI)




Encontram-se abertas as candidaturas aos Sistemas de Incentivos “Inovação Produtiva” e “Empreendedorismo Qualificado e Criativo”, do Programa Operacional de Competitividade e Internacionalização (POCI), do Portugal2020.
Destinado a Projetos de Investimento no domínio da diferenciação, diversificação e inovação na produção de bens e serviços transacionáveis e internacionalizáveis.

Aviso n.º12/SI/2016 – “Inovação Produtiva”

· Objetivos: Aumento do investimento empresarial das grandes empresas em atividades inovadores, reforço da capacitação empresarial das PME para o desenvolvimento de bens e serviços e aumento da capacidade de gestão das empresas e da qualificação específica dos ativos.

- Tipologia e modalidade: Projetos individuais, relacionados com as seguintes tipologias:
. Criação de um novo estabelecimento;
. Aumento da capacidade de um estabelecimento já existente;
. Diversificação da produção de um estabelecimento para produtos não produzidos anteriormente;
. Alteração fundamental do processo global de produção;
· Beneficiários: empresas de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica;
· Limite à apresentação de uma candidatura por Promotor;
· Despesa Elegível: compreendida entre 75.000 € e 25.000.000 €;
· Taxa de Financiamento: entre 35% e 75% das despesas elegíveis;
· Forma de Apoio: Incentivo Reembolsável, podendo ser concedida isenção de reembolso de uma parcela do incentivo até 50%, em função do grau de superação dos objetivos de Valor Acrescentado Bruto (VAB), Criação de Emprego Qualificado (CEQ) e Volume de Negócios (VN), estabelecidos em sede de candidatura.

· Prazo de Candidaturas: de 30/06/2016 a 30/09/2016


Aviso n.º13/SI/2016 – “Empreendedorismo Qualificado e Criativo”

· Objetivos: Promoção do espírito empresarial facilitando o apoio à exploração económica de novas ideias e incentivando a criação de novas empresas, e aumentar as capacidades de gestão das empresas e da qualificação específica dos ativos.

Contacte-nos, para mais informações.
E-mail: multiaveiro@multiaveiro.pt | Telefone: 234 371 617